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A ARMA DO POETA!

Que virtude mais porreta,
Na trincheira da labuta,
Sem fuzil e sem baioneta,
O poeta vai à luta,
Sem medo de ser ferido,
Ferir não é permitido,
Pois sua arma é resoluta,
Sai do bico da caneta,
Forte assim jamais se ouviu,
É poesia ao som de corneta,
Mas não é tiro de fuzil,
Pois esse som na verdade
É o grito de liberdade
Que estronda pelo Brasil!

Barreiras-BA-02-12-2019
Antônio Galdino.
Antonio Galdino
Enviado por Antonio Galdino em 02/12/2019
Alterado em 04/12/2019


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