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BEBEU DO PRÓPRIO VENENO!

Em face das evidências
Dos dolos e das corrupções
Em demasiadas proporções,
Exigiram providências.

O cara de pau renunciou,
Foi essa uma prudência
Tomada por sua excelência,
Esse magistral corruptor.

Seu mundo ficou pequeno,
Pois caiu na sua armadilha
De réu confesso e quadrilha,
Bebeu do próprio veneno!

Barreiras-BA-12-02-2017
Antônio Galdino.


 
Antonio Galdino
Enviado por Antonio Galdino em 13/02/2017
Alterado em 14/02/2017


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