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​A ZANGA DO SEU LUNGA
SV
Tem dia que amanheço
Zangado sem ter razão,
Na venda nem apareço,
Para evitar confusão,
Não vendo sequer uma vela,
Nem mesmo por um milhão,
Se insistir engulo ela
Igual salsicha perdigão!

Minha gravata é a coral
Verdadeira e não a falsa,
Para impor minha moral,
Pois não sou de fazer graça,
Cascavel o meu cinturão,
E em cada bolso da calça
Eu escondo um escorpião
Para espantar a desgraça!

Sorrindo bem disfarçado
Exibindo um chapelão
Quero vê qual engraçado
No meu bolso mete a mão
Querendo me surrupiar,
Mas só vai achar o ferrão
Do bicho que eu botei lá
Pra ferroar você ladrão!

Barreiras-BA- 27-11-2014

Antônio Galdino.


 
por - Irineu Gomes
 
Era tolerância zero /
Resposta dada na hora /
Rejeitava lero-lero /
Mandava o cabra embora /


Por Antonio Galdino

Valeu nobre  poeta.
Seu Lunga era assim mesmo.



 
Antonio Galdino
Enviado por Antonio Galdino em 29/11/2014
Alterado em 13/03/2019


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